E quando acordei não pude te ver,
No sonho és formosura,
Tem beleza e tem perfume,
Persuade os meus sentidos,
Justifica o meu vislumbre,
Eu consigo te enxergar,
Eu sinto o teu odor,
Mas não posso te tocar,
Eu volto a dormir,
Eu deixo de sentir,
E continuo a sonhar...
(Oliver Sabá)
Maneiro...
ResponderExcluirPerfeita esta poesia!Mostra-se uma poesia individualista repleta do pronome em primeira pessoa (Eu), digna do ROMANTISMO, a musa idealizada no sonho e inatingível.O sonhar como uma forma de alcançar a felicidade de tê-la nos braços, bem legal mesmo!
ResponderExcluirComo diz Henrike: "Maneiro" !!!!
kakak