Se a saudade fosse estrela,
O meu peito seria o Céu
Pois é tão pequeno em tamanho,
Quanto delicado é um véu
Saudade vem ludibriar-me os sentidos
Tal qual Amor fez da primeira vez
Agora amor e saudade tornam-se amigos,
Para matar esperanças e semear insensatez
Amor é faca que rasga o peito
Esculpe teu nome no meu coração
Não me deixa só, sem sofrimento
Amor é caminho mórbido ao leito
É dor que destrói sem compaixão
É flor que um dia morre, sem argumento...
(Oliver Sabá)
domingo, 1 de fevereiro de 2009
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É isso ae galera! Quem gosta de escrever contos e poesias, temos aqui um espaço para podermos discutir sobre eles livremente, quem quiser pode me mandar que coloco aqui para todos (oliversaba@hotmail.com)
ResponderExcluirPor que nos sonetos o amor costuma ser algo que dói tanto, vem sempre acompanhado de sofrimento?
ResponderExcluirAchei ousada a forma que escreveu, sobretudo na última estrofe quando diz que o amor morre sem argumento, se morre pode ser dito amor ou estaria somente comparando a flor?Pq flor de fato morre. (Não acha que ficou ambiguo)?
Está um excelente soneto.
:P